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Holofote

Nego Damoé relata falta de apoio, preconceito e críticas por ter saído do Ferrugem

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Ele tem se destacado no cenário do pagode, principalmente pela energia e alegria que tem em cima dos palcos. Recentemente, foi convidado pra fazer parte do projeto mais bombado de pagode do momento: Os Caras da Rua. Nego Damoé vive a melhor fase de sua carreira.

Mas nem sempre foi assim. O artista, que foi um dos fundadores do grupo Caju Pra Baixo e fez parte da banda do Ferrugem, falou em entrevista pra FM O Dia da dificuldade que é conseguir um lugar ao sol no cenário do pagode.

“Quando eu sai do Ferrugem, recebi muita crítica: Esse cara é maluco, quer sair de uma parada que é certa pra querer cantar. Tipo: ‘Esse cara não canta nada’”, contou.

“A gente vai buscar, vai fazer uma aula de canto, uma fono… A gente vai tentar. É Deus quem sabe da vida de cada um. A cobrança em cima de mim é muito grande. Qualquer mole que eu dou já é motivo (para críticas)”, desabafou.

FERRUGEM

“Minha saída foi super de boa. Não só eu, como todo mundo, quando encontra a sua zona de conforto, você fica com medo de buscar novos ares. Eu sempre quis ter a minha carreira e com o Ferrugem não tinha como.

Veio a Pandemia, ninguém imaginava que seria tão extensa. Teve uma hora que parou de entrar show, parou de entrar dinheiro. Eu tava com meu carro em busca e apreensão, um monte de conta empilhada…”, destacou.

Assista mais no vídeo acima e também algumas curiosidades em outro corte do FM O DIA TV abaixo:

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