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Fisiculturista Kincas quebra mitos na FM O Dia: “O shape vem do sono e da alimentação, não de hormônio”

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Em entrevista exclusiva, o atleta e empresário Kincas soltou os cachorros para cima de quem busca atalhos e revelou que o verdadeiro segredo da hipertrofia está no básico que funciona.

O mundo do fisiculturismo e do universo fitness frequentemente parece cercado de mistérios, fórmulas mágicas e, claro, muitas teorias sobre o uso de substâncias para alcançar o corpo perfeito. Mas, se depender do fisiculturista Kincas, o papo é reto e sem curvas. Em uma participação nos estúdios da FM O Dia, o atleta abriu o jogo e mandou um verdadeiro “balde de água fria” em quem acha que construir um físico de respeito depende apenas de carregar a mão nos hormônios.

Durante a entrevista, que já está dando o que falar nas redes sociais, Kincas desmistificou o senso comum e apontou os verdadeiros pilares do crescimento muscular: o descanso e a simplicidade na alimentação.

O mito dos hormônios e o verdadeiro segredo do crescimento

Para o atleta, a maior ilusão de quem está começando — ou até de quem já treina há algum tempo — é acreditar que o hormônio vai fazer todo o trabalho sozinho. Ele foi categórico ao afirmar que a mudança real não vem do que você toma, mas sim de como você se recupera.

“A verdade é que o hormônio não vai mudar tanto o seu corpo assim. Eu já provei isso para centenas de pessoas. A gente cresce quando está dormindo, não cresce quando está tomando”, disparou Kincas.

O fisiculturista explicou que muitos alunos e seguidores relatam uma melhora drástica na estética e no volume muscular justamente quando reduzem ou retiram os hormônios da rotina e passam a focar no que realmente importa: uma noite de sono de qualidade e regeneradora.

Dieta cara? “Caro é comer na rua”

Outro calcanhar de Aquiles de quem tenta meter o shape é a famosa desculpa de que “fazer dieta custa caro”. Kincas não engoliu o argumento e mandou a real sobre o custo-benefício dos alimentos na biologia do corpo humano. Segundo ele, o músculo não reconhece o valor da sua conta bancária.

Para ilustrar, o atleta fez uma comparação simples, mas cirúrgica, entre o ovo e o salmão:

  • Salmão: Um alimento considerado de luxo, com alto custo no mercado.
  • Ovo: Uma das fontes de proteína mais acessíveis e populares.
  • O Resultado: Proporcionalmente, o efeito final na construção muscular é exatamente o mesmo.

“Quem tem dinheiro para comer salmão, come. Quem não tem, vai comer ovo e vai dar o mesmo resultado”, explicou o fisiculturista, completando que é perfeitamente possível se tornar um campeão mundial mantendo a base da dieta com ovo, batata doce e salada.

Para fechar com chave de ouro, Kincas inverteu a lógica do bolso: caro, de verdade, não é fazer feira, mas sim manter o hábito de comer na rua, sabotando tanto as finanças quanto as metas na academia. A lição que fica no Holofote de hoje é clara: a evolução no treino não aceita atalhos caros, ela exige disciplina, constância e o bom e velho básico bem feito.

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